Le Petit Prince

A voz da criança que fala aos adultos

principe voando principe no avião

A Rosa que fez nascer o amor

No seu pequeno planeta, o Pequeno Príncipe descobriu uma Rosa. Não era uma flor qualquer: nascera diferente, envolta em delicadeza e orgulho. Seus espinhos eram frágeis defesas contra o mundo, e sua beleza vinha acompanhada de vaidade, caprichos e exigências. Às vezes parecia egoísta, às vezes era silenciosa e vulnerável, mas sempre trazia consigo um mistério que o coração do Príncipe não podia ignorar.
Ele a regava com paciência, colocava-lhe uma redoma para protegê-la dos ventos frios e cuidava para que nenhuma lagarta a ferisse. Esses gestos simples revelavam algo maior: o amor que nasce quando nos dedicamos a alguém. Assim, pouco a pouco, o Pequeno Príncipe compreendeu que não se tratava apenas de uma flor bonita, mas de uma presença única, insubstituível, que fazia parte de sua vida.
A Rosa, com suas exigências e silêncios, ensinava-lhe sobre a beleza e a fragilidade dos sentimentos. Mostrava que o verdadeiro amor não é feito apenas de perfeição, mas de cuidado, paciência e dedicação. Mesmo quando ela parecia difícil, havia em suas palavras e em seu perfume uma ternura que o prendia ao seu planeta.
Foi nesse vínculo, feito de encantos e desencontros, que o Pequeno Príncipe entendeu o valor das relações especiais. A Rosa era um espelho de todas as coisas que amamos: delicada, exigente, às vezes incompreensível, mas sempre preciosa. E ele descobriu, em silêncio, que o essencial não estava na aparência da Rosa, mas no tempo que ele havia dedicado a ela.

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